A gente brinca de ser amigos,
Adoramos o jogo de sedução,
Apesar de eu ser compromissado
Você já esta em meu coração.
A cada dia a intimidade aumenta,
Essa intimidade nos tormenta.
A gente se controla e se segura,
Mas não a mais jeito, já existe a ternura.
A distância é pequena,
Os sentimentos são confusos
Gostamos dessa brincadeira
Porém isso não é tudo.
Atravessamos a linha tênue da inocência,
Somos todos culpados nessa história
O que devemos fazer agora?
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Fernanda Candanga
Uma garota jovem e estranha
Encantadora à seu modo
De beleza exótica,
De delicadeza duvidosa,
Porém comigo sempre foi amorosa.
Seus gostos eu sempre estranho,
Sei que ela é apenas uma menina
Talvez seja isso que tanto me fascina,
Uma menina muito carinhosa
Porém às vezes ela é manhosa.
Uma amizade sem maldade,
Um sentimento fraternal,
A ela eu nunca desejo o mal.
Pena estar tão longe, dessa menina,
Mimada e espontânea
Que mesmo ao longe me encanta.
Quando a Brasília retornar
Anseio por ela encontrar,
Com seu jeito descolado,
Esperando-me com um abraço.
Encantadora à seu modo
De beleza exótica,
De delicadeza duvidosa,
Porém comigo sempre foi amorosa.
Seus gostos eu sempre estranho,
Sei que ela é apenas uma menina
Talvez seja isso que tanto me fascina,
Uma menina muito carinhosa
Porém às vezes ela é manhosa.
Uma amizade sem maldade,
Um sentimento fraternal,
A ela eu nunca desejo o mal.
Pena estar tão longe, dessa menina,
Mimada e espontânea
Que mesmo ao longe me encanta.
Quando a Brasília retornar
Anseio por ela encontrar,
Com seu jeito descolado,
Esperando-me com um abraço.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Descompasso
No medico eu fui bem cedo,
O coração eu já não mais sentia,
Por um momento fiquei com medo,
Mas o danado por ti batia.
Achei que fosse ter um piripaque,
Mas o que ele teve foi apenas um descompasso.
Logo ele estará curado,
Pronto para outro baque,
Desse tal amor danado.
Um remédio me foi receitado,
Para no compasso ele retornar,
Danada de morena,
Por essa nunca mais eu vou me apaixonar.
O coração eu já não mais sentia,
Por um momento fiquei com medo,
Mas o danado por ti batia.
Achei que fosse ter um piripaque,
Mas o que ele teve foi apenas um descompasso.
Logo ele estará curado,
Pronto para outro baque,
Desse tal amor danado.
Um remédio me foi receitado,
Para no compasso ele retornar,
Danada de morena,
Por essa nunca mais eu vou me apaixonar.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Sinto.
Sinto-me sozinho,
Sinto-me isolado,
Procuro e não encontro
Vivo nesse desencontro.
Foi-se o tempo em que eu sabia
O tempo em que feliz vivia,
Hoje apenas lembranças restam,
Não tenho mais nada do que tinha,
Eu vivo só com a minha agonia.
Tento e não consigo,
Minto e sobrevivo.
Ah, que saudades que eu sinto.
Sinto-me isolado,
Procuro e não encontro
Vivo nesse desencontro.
Foi-se o tempo em que eu sabia
O tempo em que feliz vivia,
Hoje apenas lembranças restam,
Não tenho mais nada do que tinha,
Eu vivo só com a minha agonia.
Tento e não consigo,
Minto e sobrevivo.
Ah, que saudades que eu sinto.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Solidão II
Momento tão sublime de reflexão,
Momento único e impartilhável.
Sentimento melancólico e triste
Como pode um ser amado
Se sentir assim, tão abandonado?
Momento único e impartilhável.
Sentimento melancólico e triste
Como pode um ser amado
Se sentir assim, tão abandonado?
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