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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Desencontro


Acordo no meio da noite assustado,
procuro-a e não a encontro.
Insisto na procura
 e continuo nesse desencontro

São as boas recordações de um passado,
que a mantém viva em minha mente.
Por desejar esse amor inacabado,
sinto a sua ausência cada vez mais presente.

A Lua parte em triste despedida,
o  Sol anuncia mais um dia,
Lá se foi mais uma noite fria,
e eu continuo aqui em minha cama vazia.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Silêncio


No silêncio do apartamento,
ouço a voz que vem de dentro do meu peito.
Pelo seu nome ele chama,
É pelo seu amor que ele clama.

No silêncio do meu quarto,
os meus pensamentos são todos para ti,
e é nessa hora que me recordo,
o porque ainda por ti eu choro.

No silêncio da minha dor,
grito apenas em pensamentos,
Já não sei se é rancor ou amor,
me confundo com os meus sentimentos.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Calvário

No inconsciente da minha mente,
ouço o grito do silêncio.
A distância que separa esse pobre coração,
faz adormecer essa louca paixão.

Nesse calvário que me causa tanta dor,
Encontrei de tudo um pouco,
um pouco que me deixa louco,
Só não encontrei o amor

O remédio para essa minha loucura
ainda não foi encontrado,
Viver sem ti hoje,
é o mesmo que viver amargurado.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Outra noite...

O cansaço toma conta do meu corpo,
e os pensamentos ainda em ti, para meu desconforto.
Luto contra esse sentimento que afeta o meu ego,
mas não eu não resisto e me entrego.

Procuro-a em outros corpos e beijos,
e como de costume em outro leito eu adormeço.
Acordo no meio da noite assustado,
quando dou por mim não é você que está ao meu lado.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Sentimentos III

Embriago-me com a cevada,
Mais uma tentativa em vão
De esquecer a amada
Mais um copo vazio em minhas mãos.

A meia-noite
Outro corpo ao meu lado
Não é o seu,
Levanto-me e parto.

Entorpeço-me de cevada novamente
Adormeço com as memórias em mente,
Sonho com um tempo em que éramos nós,
Acordo e estou só.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Ilusão...

Toda noite você chega à mesma hora,
Ao amanhecer você vai embora
Leva contigo toda minha energia,
Deixa-me esgotado para mais um dia.

Quando a noite se aproxima,
Eu já sei que serei a vítima
Tento fugir em vão
Não consigo, não mando no meu coração.

A noite toda me faz companhia,
Tu és a minha agonia,
Repousa delicadamente sobre a minha cama,
E logo pela manhã me abandona.

Pergunto o seu nome novamente,
Olho nos seus olhos e sei que tu mentes,
Sussurra em meu ouvido com certo encanto
Mas eu não me engano
Diz-me que seu nome é Paixão
Prefiro chamá-la de Solidão

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Companhia...

Companheira constante nos últimos tempos,
Sinto como se fossemos um só.
Unidos por ironias do destino,
Seguimos lado a lado pelo mesmo caminho.

Apesar do desejo constante que você vá embora.
Sua presença me conforta nessas horas
Teimosa como sempre, insiste em ficar
Nunca vai embora antes do dia clarear.

Nesses nossos encontros noturnos,
Aprendemos as ser soturnos,
Hoje mais do que amantes.
Do amor, nós somos os negociantes.

Perguntam-me qual o nome da minha companheira
Hesito, me nego dizê-lo em vão
Decido a minha maneira
vou chamá-la de SOLIDÃO.